"FAÇA A COISA CERTA"! 1 Samuel 26

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Quem decide perdoar, expulsa o fantasma do passado, e em Cristo pode seguir o seu caminho.

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Grande ideia: Quem decide perdoar, expulsa o fantasma do passado, e em Cristo pode seguir o seu caminho.
Estrutura: o fantasma da traição (vv. 1-5), a tentação de fazer justiça (vv. 6-16) e a desconfiança confiante para seguir em frente (vv. 17-25).
Bíblia Thomas Nelson:
Não há nada intrinsecamente errado com o pedido que os anciãos fazem por um rei em 1 Samuel 8. O problema está com seu desejo de ter um rei como as outras nações, em lugar de alguém que deveria fazer parte de uma monarquia teocrática submetida ao Senhor. Ao desejar um rei humano autônomo, os anciãos rejeitam a Deus como seu rei (1Sm 8.7). Samuel adverte a Israel que um rei semelhante ao das antigas nações do Oriente ao redor deles será opressivo, exigente e egocêntrico (1Sm 8.1-18). Saul, o primeiro rei de Israel, revelou-se o tipo de governante contra quem Samuel havia advertido.
O reinado de Davi inicialmente cumpre o que Deus prometeu ao seu povo. Davi é descendente de Judá e um homem segundo o coração de Deus (1Sm 13.14). Deus inaugura e estabelece a dinastia de Davi em Israel, não a de Saul (1Sm 13.13-14; 15.28). Embora Davi seja um personagem complicado e pecador, ele reconhece que Deus é o rei supremo em Israel (Sl 10.16; 24.8-10; 29.10).

Reconhecidamente, Saul não mudou muito desde seu último aparecimento. Nisso, ele representa bem a corrupção ímpia que aflige todas as autoridades terrenas que não têm a graça salvadora de Deus. Observe, por exemplo, quanto Saul estava disposto a comprometer-se com o mal. O capítulo começa com Davi refugiando-se mais uma vez no deserto de Zife. Estudiosos críticos duvidam que Davi voltaria a esse lugar depois de ter sido traído (veja

Temas exegéticos centrais
Respeito pela unção divina: Davi se recusa a matar Saul, porque ele é "o ungido do Senhor" (26:9, 11, 23), revelando a importância do respeito à autoridade que Deus estabeleceu, mesmo quando esta autoridade está sendo mal exercida.
Soberania e justiça divina: Davi confia que Deus cuidará do destino de Saul no tempo certo, não tomando para si a vingança ou juízo (26:10).
Integridade e misericórdia: Davi demonstra um caráter íntegro e misericordioso, poupando o inimigo mesmo quando tem uma oportunidade clara para eliminá-lo (26:12-16).
Reconhecimento da culpa e arrependimento: Saul reconhece que pecou contra Davi e promete mudar de atitude, mas o texto sugere que seu arrependimento pode ser superficial (26:21-25).
Fantasma da traição. (vv. 1-5)
Revendo sobre o contexto dos zifeus.
1Samuel 23.15 NAA
Quando Davi percebeu que Saul tinha saído para tirar-lhe a vida, ficou no deserto de Zife, em Horesa.
1Samuel 23.19–20 NAA
Então os zifeus foram falar com Saul, em Gibeá, dizendo: — Não é verdade que Davi está escondido entre nós, nos lugares seguros de Horesa, no monte Haquila, ao sul de Jesimom? Agora, ó rei, conforme o desejo do seu coração, venha, que a nós nos compete entregar Davi nas mãos do rei.
Os zifeus aparecem em 1 Samuel 23:19-24 e 26:1-2, quando, em duas ocasiões, informaram Saul sobre a localização de Davi, esperando ganhar o favor e proteção do rei. Apesar de serem da mesma tribo de Davi (Judá), seus atos de traição evidenciam as disputas internas e rivalidades políticas daquele período. A cidade de Zife e sua geografia estratégica, com terrenos acidentados e cavernas, forneciam refúgio a fugitivos como Davi.
1Crônicas 2.42 NAA
O primogênito de Calebe, irmão de Jerameel, foi Maressa, que foi o pai de Zife; o filho de Maressa foi Abi-Hebrom.
Isso nos lembra a traição por parte de pessoas próximas a nós.
Os zifeus representam o tema da traição de pessoas próximas, pois, mesmo compartilhando laços tribais com Davi, optaram por servir a Saul por interesse próprio ou medo. O episódio é lembrado no Salmo 54, composto por Davi quando buscava a proteção divina contra seus traidores.
Salmo 54 NAA
Ao mestre de canto. Salmo didático. Para instrumentos de cordas. De Davi, quando os zifeus foram dizer a Saul: “Não está Davi escondido entre nós?” Ó Deus, salva-me, pelo teu nome, e faze-me justiça pelo teu poder. Escuta, ó Deus, a minha oração, dá ouvidos às palavras da minha boca. Pois contra mim se levantam os insolentes, e os violentos procuram tirar-me a vida; eles não têm Deus diante de si. Eis que Deus é o meu ajudador, o Senhor é quem me sustenta a vida. Ele retribuirá o mal aos meus inimigos. Por tua fidelidade, acaba com eles. Eu te oferecerei sacrifícios voluntariamente; louvarei o teu nome, ó Senhor, porque é bom. Pois ele me livrou de todas as minhas aflições; e os meus olhos viram a ruína dos meus inimigos.
Agora aparece na narrativa, Abner, um dos homens leais a Saul, que mais tarde será leal ao seu filho Isbosete, e por fim será leal a Davi, mas será morto traiçoeiramente por Joabe.
1Samuel 14.50–51 NAA
A mulher de Saul se chamava Ainoã, filha de Aimaás. O nome do general do seu exército era Abner, filho de Ner, tio de Saul. Quis era pai de Saul; e Ner, pai de Abner, era filho de Abiel.
1Samuel 17.55–56 NAA
Quando Saul viu Davi saindo para encontrar-se com o filisteu, perguntou a Abner, o comandante do exército: — Abner, aquele jovem é filho de quem? Abner respondeu: — Juro pela sua vida, ó rei, que não sei. E o rei disse: — Então pergunte de quem esse jovem é filho.
2Samuel 3.33–34 NAA
E o rei fez a seguinte lamentação por Abner: Por que Abner teve de morrer como se fosse um tolo? As suas mãos não estavam atadas, nem estavam acorrentados os seus pés. Você caiu como quem cai diante dos filhos da maldade! E todo o povo chorou muito mais por ele.
2Samuel 3.38 NAA
Então o rei disse aos seus servos: — Saibam que hoje caiu em Israel um príncipe e um grande homem.
2. Tentação de fazer justiça. (vv. 6-16)
Vez por outra lidamos com a questão de se fazer justiça com as próprias mãos.

William Blaikie lamenta: “Ai! Em quantos pecados e em quantos crimes os homens têm caído pela sua indisposição de esperar pelo tempo de Deus!”. Em vez de tomar os problemas em suas próprias mãos quando confrontado com um empregador hostil, pais abusivos ou mesmo um governo perseguidor, o povo de Deus deve esperar a ação do Senhor em humilde oração, abstendo-se da ira e da retribuição violenta.

Davi está acompanhado de Abisai, filha de sua irmã Zeruia. Irmão de Joabe.
Easton´s Bible Dictionary:
ABISAI—pai de (isto é, “desejoso de”) um presente, o filho mais velho de Zeruia, irmã de Davi. Ele era irmão de Joabe e Asael (2 Sam. 2:18; 1 Crôn. 2:16). Abisai foi o único que acompanhou Davi quando ele foi ao acampamento de Saul e pegou a lança e o cântaro de água do travesseiro de Saul (1 Sam. 26:5–12). Ele tinha o comando de uma das três divisões do exército de Davi na batalha com Absalão (2 Sam. 18:2, 5, 12). Ele matou o gigante filisteu Isbi-Benobe, que ameaçou a vida de Davi (2 Sam. 21:15–17). Ele era o chefe da segunda patente dos três “poderosos” (2 Sam. 23:18, 19; 1 Crôn. 11:20, 21); e em uma ocasião resistiu a 300 homens e os matou com sua própria lança (2 Sam. 23:18). Abisai é o nome do chefe semita que oferece presentes ao senhor de Beni-Hassan.
Saul está mais uma vez vulnerável (agora está dormindo). E mais tarde o narrador vai dizer que esse sono vinha de Deus. (vv. 5, 7, 12)
1Samuel 26.12 NAA
Então Davi pegou a lança e o jarro de água que estavam perto da cabeça de Saul, e eles foram embora. Ninguém viu, nem ficou sabendo, nem acordou. Todos dormiam, porque havia caído sobre eles um profundo sono, vindo da parte do Senhor.
O contexto linguístico do "Sono profundo" (תַּרְדֵּמָהtardemah) — 26:12
Este termo indica um sono profundo, próximo de um estado induzido por Deus, que paralisa Saul e seus soldados. O uso desta palavra enfatiza a intervenção soberana divina para proteger Davi e evitar derramamento de sangue, sugerindo providência ativa.
Gênesis 2.21 NAA
Então o Senhor Deus fez cair um pesado sono sobre o homem, e este adormeceu. Tirou-lhe uma das costelas e fechou o lugar com carne.
A ênfase no texto é em relação a lança de Saul (a que ele já havia jogado na direção de Davi e Jonâtas).
1Samuel 18.10 NAA
No dia seguinte, um espírito mau, vindo da parte de Deus, se apossou de Saul, que teve uma crise de raiva em sua casa. Davi, como nos outros dias, dedilhava a harpa. Saul, porém, tinha na mão uma lança,
1Samuel 19.10 NAA
Saul tentou encravar Davi na parede, porém ele se desviou e a lança foi se encravar na parede. Então Davi fugiu e escapou.
1Samuel 20.33 NAA
Então Saul atirou a sua lança contra Jônatas para matá-lo. Com isso Jônatas entendeu que, de fato, seu pai já havia decidido matar Davi.
Abisai entende que essa era uma boa oportunidade: matar a Saul.
1Samuel 24.6 NAA
e disse aos seus homens: — O Senhor Deus me livre de fazer tal coisa ao meu senhor, isto é, que eu estenda a mão contra ele, pois é o ungido do Senhor.
Nesse ponto aparece a expressão “ungido do Senhor”. (vv. 9, 11, 16, 23)
Dictionary of the Bible:
A unção como rito religioso era aplicada tanto a pessoas quanto a coisas. Reis, em particular, eram consagrados para seu alto cargo tendo óleo derramado sobre suas cabeças, uma prática que parece ter se originado no Egito. Embora encontrada pela primeira vez no AT no caso de Saul (1 Sm 10:1, cf. Davi, 2 Sm 2:4, 5:3, Salomão, 1 Rs 1:39 etc.), o rito era praticado em Canaã muito antes da conquista hebraica. Pela unção do óleo consagrado sobre a cabeça (ver 2 Rs 9:3), efetuava-se uma transferência para a pessoa ungida de parte da santidade essencial e virtude da divindade em cujo nome e por cujo representante o rito era realizado. Pelos hebreus, acreditava-se também que o rito transmitia uma dotação especial do espírito de J″ (1 Sm 16:13, cf. Is 61:1). Daí o caráter sacrossanto do rei como ‘o ungido do Senhor’ (Heb. meshiach [Javé], que se tornou em grego messias ou, traduzido, christos—tanto ‘Messias’ quanto ‘Cristo’, portanto, significando ‘o ungido’). A aplicação deste título honorífico apenas aos reis na literatura mais antiga torna provável que a consagração semelhante do sacerdócio (Êx 29:7, 40:13–15, Lv 8:1–12) tenha sido uma extensão posterior do rito. Apenas um caso excepcional é registrado da unção de um profeta (1 Rs 19:16–Is 61:1 é metafórico).
2Samuel 1.14–16 NAA
Davi lhe disse: — Como você não temeu estender a mão para matar o ungido do Senhor? Então Davi chamou um dos moços e lhe disse: — Vá até lá e mate-o. Ele foi e o matou, enquanto Davi dizia: — O seu sangue caia sobre a sua cabeça, porque a sua própria boca testificou contra você, dizendo: “Matei o ungido do Senhor.”
A expressão "Ungido do Senhor" (מְשִׁיחַ יְהוָהmĕshîaḥ YHWH) — versículos 9, 11, 23
Esta frase ocorre repetidamente para designar Saul, conferindo-lhe uma autoridade sagrada e reconhecendo que ele foi separado por Deus para governar. A insistência nesse termo reforça a dimensão teológica entre Davi e Saul: respeito ao ofício divinamente sancionado, mesmo que Saul aja injustamente.
Davi entende que tem de confiar na providência de Deus em relação a Saul.
1Samuel 26.10 NAA
Davi continuou: — Tão certo como vive o Senhor Deus, ele mesmo o matará; ou chegará o dia de sua morte, ou, indo para a guerra, será morto em combate.
Um senso de reverência em relação ao homem escolhido por Deus para ser rei. Só Deus poderia mexer com ele.
Davi e Abner se falam pela primeira vez, e o tom não é amigável. O clima é belicoso.
3. Desconfiança confiante para seguir em frente. (vv. 17-25)
Saul conversa com Davi, e novamente parece demonstrar arrependimento.
1Samuel 24.16–19 NAA
Quando Davi acabou de falar todas estas palavras, Saul disse: — É esta a sua voz, meu filho Davi? E Saul chorou em alta voz. Então disse a Davi: — Você é mais justo do que eu, pois me recompensou com o bem, enquanto eu o recompensei com o mal. Hoje você mostrou que me fez o bem, pois o Senhor me havia posto em suas mãos, e você não me matou. Porque quem é que encontra o inimigo e o deixa ir sem lhe fazer mal? Que o Senhor lhe pague com o bem por aquilo que você fez por mim no dia de hoje.
Saul definitivamente era um.… louco, mas Davi não queria começar como Saul estava terminando.
Gene Edwards:
Prefiro que ele me mate a aprender os seus caminhos. Prefiro morrer a vir a ser como ele. Não seguirei a estrada que leva os reis à loucura. Não atirarei lanças, nem permitirei que o ódio se aninhe no meu coração. Não me vingarei. Nem agora nem nunca.
Romanos 12.19–21 NAA
Meus amados, não façam justiça com as próprias mãos, mas deem lugar à ira de Deus, pois está escrito: “A mim pertence a vingança; eu é que retribuirei, diz o Senhor.” Façam o contrário: “Se o seu inimigo tiver fome, dê-lhe de comer; se tiver sede, dê-lhe de beber; porque, fazendo isto, você amontoará brasas vivas sobre a cabeça dele.” Não se deixe vencer pelo mal, mas vença o mal com o bem.
Davi mais uma vez repete o seu argumento (1 Sm 24): Saul está ouvindo as pessoas maldosas, naquilo que eles insistiam de falar sobre Davi.
1Samuel 24.14 NAA
Atrás de quem saiu o rei de Israel? A quem persegue? A um cão morto? A uma pulga?
Saul aparentemente se arrepende: “Eu tenho agido como um louco e cometi um erro muito grande”.
Davi devolve a lança, justifica sua escolha em não ter se vingado. E recebe de Saul, uma palavra de benção.
1Samuel 26.25 NAA
Então Saul disse a Davi: — Bendito seja você, meu filho Davi! Porque você fará grandes coisas e certamente será bem-sucedido. Então Davi seguiu o seu caminho, e Saul voltou para casa.
Muito oportuna essa expressão: “Então Davi seguiu o seu caminho”.
Ray Pritchard:
Somos chamados para ser semelhantes ao nosso Mestre, que, ao ser insultado, não insultou; ao ser amaldiçoado, não amaldiçoou; ao sofrer abuso, recusou-se a revidar; ao ser alvo de zombaria, não retaliou; ao ser pendurado entre dois ladrões e crucificado por crimes que não cometera, orou pedindo pelos que o mataram: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem” (Lc 23.34).
Mais que qualquer um, Jesus tinha todo o direito de se vingar, mas, em vez disso, escolheu sujeitar-se à vontade do Pai. Quando você se sentir tentado a dar lugar à raiva e à amargura, lembrem-se das palavras de 1 Pedro 2.21: “Porquanto para isto mesmo fostes chamados, pois que também Cristo sofreu em vosso lugar, deixando-vos exemplo para seguirdes os seus passos”.
4. Outras aplicações:
(a) Na vida somos traídos, não podemos viver sob o regime da “tirania da positividade”. Vivemos lutas diárias em que momentos bons e maus convivem juntos em um mesmo dia.
Byung-Chul Han:
A lamúria do indivíduo depressivo de que nada é possível só se torna possível numa sociedade que crê que nada é impossível. Não-mais-poder leva a uma autoacusação destrutiva e a uma autoagressão. O sujeito de desempenho encontra-se em guerra consigo mesmo. O depressivo é o inválido dessa guerra internalizada. A depressão é o adoecimento de uma sociedade que sofre sob o excesso de positividade. Reflete aquela humanidade que está em guerra consigo mesma.
João 16.33 NAA
Falei essas coisas para que em mim vocês tenham paz. No mundo, vocês passam por aflições; mas tenham coragem: eu venci o mundo.
Colossenses 1.24 NAA
Agora me alegro nos meus sofrimentos por vocês e preencho o que resta das aflições de Cristo, na minha carne, a favor do seu corpo, que é a igreja,
(b) O perdão é uma força poderosa. Jesus nos convoca a sermos assertivos no perdão: “setenta vezes sete”.
Mateus 18.21–22 NAA
Então Pedro, aproximando-se, perguntou a Jesus: — Senhor, até quantas vezes meu irmão pecará contra mim, que eu lhe perdoe? Até sete vezes? Jesus respondeu: — Não digo a você que perdoe até sete vezes, mas até setenta vezes sete.
Ray Pritchard:
Pesquisadores descobriram as implicações práticas das palavras de Jesus. De acordo com a revista Newsweek, o perdão atua de duas formas distintas. Em primeiro lugar, reduz os problemas de saúde associados à raiva, ao ódio e ao rancor. “Esses sentimentos apresentam consequências fisiológicas específicas- como aumento da pressão sanguínea e alterações hormonais- associadas a doenças cardiovasculares, supressão do sistema imunológico, e possivelmente problemas nas funções neurológicas e da memória”.
Em segundo lugar, os perdão promove o bem-estar, pois lhe permite construir um conjunto sólido de relacionamentos sociais. “A pessoa que guarda rancor e se lembra de cada insulto, evidentemente perderá alguns relacionamentos ao longo da vida”. O artigo termina citando um provérbios de Confúcio: “Se você dedicar a vida à busca por vingança, certifique-se, antes, de cavar duas sepulturas”.
Salmo 37.16–18 NAA
Mais vale o pouco do justo que a abundância de muitos ímpios. Pois os braços dos ímpios serão quebrados, mas os justos, o Senhor os sustém. O Senhor conhece os dias dos íntegros; a herança deles permanecerá para sempre.
Salmo 27.13 NAA
Eu creio que verei a bondade do Senhor na terra dos viventes.
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